Ada nada

— Socorram-me! Subi no ônibus em Marrocos! – gritou o palíndromo.
— Amor, Roma! – corrigiu ela.
— Adias a data da saída – tentou convencê-la.
— Ato idiota! – cruzou os braços.
— O teu drama é amar dueto. – disse, do nada.
— Ame o poema! – gritou.
— Soa como caos. – balançou a cabeça.
— Roma é amor! – explicou, fazendo beicinho.
— A torre da derrota… – desistiu.
— A vida é a diva! – disse, sorrindo.
— Ano da dona… – suspirou, subindo novamente.

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