2016 em 3 itens

Seguindo a tendência viciosa de se fazer listas (inspirado por um post do blog Momentum Saga), resolvi também fazer meu próprio apanhado geral de 2016. Como as areias do tempo escorrem rapidamente por entre os dedos de seus usuários, separei apenas 3 itens em cada tópico, com breves comentários inclusos.

Séries Assistidas
– Dark Matter (começa ruim, mas fica cada vez mais interessante, pois lembra muito a dinâmica de Stargate);
– Stranger Things (somente para nostálgicos e apreciadores de suspense. Não tem apelo suficiente para a geração Z);
– Westworld (deixe de lado seu preconceito por faroeste e se aprofunde em questões filosóficas excelentes da FC Hard).

Filmes Assistidos
– Ponte de Espiões (um filme denso e ao mesmo tempo bastante leve, como só Spielberg sabe fazer);
– A Vida é Bela (uma excelente comédia com questões profundas, trazendo uma grande lição de vida, como diz o título);
– Cantando na Chuva (clássico indiscutível. Nunca havia assistido inteiro, até sair o box. Agora, a famosa canção tema faz mais sentido, além de conter outras passagens bastante inspiradas).

Obs.: obviamente assisti vários filmes de heróis (Marvel e DC), Star Wars e Star Trek, mas esses acima me marcaram mais.

Animes Assistidos
– One Punch Man (esse vale só pelo protagonista superpoderoso megaoverpower entediado, o que gera inúmeras situações hilárias, mas com uma camada de tristeza escondida);
– Code Geass 1 e 2 (outro para deixar o preconceito de lado. Apesar de parecer uma comédia romântica estudantil, é um anime que mistura sci-fi e fantasia com uma trama política intrigante e fascinante, cheio de momentos de explodir a cabeça e “wtf?”. O final é meio fraco, mas a jornada compensa);
– Gurren Lagann (anime de mechas, mais pela diversão. É do tipo nonsense, apesar da história tomar outro rumo na segunda temporada. Divertido ao extremo, com passagens emocionantes).

Livros Lidos
– Caça aos Robôs, “The Caves of Steel” ou As Cavernas de Aço (queria ter gostado mais. É um livro denso e transmite bem a sensação claustrofóbica da cidade fechada, mas é bastante lento e cansativo);
– Um Gato de Rua chamado Bob (a construção da história, real, traz questionamentos profundos, apesar de certas passagens soarem forçadas. Uma bela surpresa, sem cair no clichê de livros com animais – aqui a verdade é nua e crua, apesar de romantizada);
– 3001 – A Odisseia Final (começa de forma inusitada, trazendo as respostas de 2001 e 2010 já na primeira página, fechando de forma magistral a trilogia, deixando espaço para uma continuação que jamais virá).

Obs.: menção honrosa para o livro “O Poder dos Quietos”, que mostra como o mundo não compreende os introvertidos e transforma suas qualidades em defeitos, distorcendo o real significado desta personalidade. Me senti muito melhor depois de lê-lo, sem querer soar piegas.

Arrependimentos
– Ter assistido Batman vs Superman legendado (o filme já é confuso, ainda ver legendado, só piorou. Fora que sou fã do Superman (desde o Reeve) e vi somente um filme do Batman ali. Mulher-Maravilha salvando os dois foi a melhor parte, com certeza).
– Ter dado uma de Professor Pardal e aberto um controle de Xbox 360 para tentar arrumar o manete. Resultado: um controle esburacado, estragado e desembolso forçado para um novo.
– Ter comprado uma coletânea capa dura da Marvel, achando que se tratava daquelas edições históricas, e não passava de um “livro de dormir para crianças”. Malditas embalagens que não permitem olhar o conteúdo!

Sucessos
– Ter readquirido uma dezena de livros de minha coleção do Arthur Clarke e Isaac Asimov que havia perdido (muitos, inclusive, conseguidos por meio de doação de uma amiga);
– Ter adquirido um Nintendo 64 com Mario 64 novinho (sim, sou uma pessoa melancólica e nostálgica. Quando era criança, aquela sensação de 2d virar 3d marcou muito – a geração Z não sabe o que é começar pelo Atari e ir passando pelo Mega Drive e Snes até chegar no PS4 de hoje);
– Ter pago uma conta gigante (mecânica do meu carro) que devia ao meu pai. Depois dos 30, a melhor sensação é de pagar contas. Sério.

Metas para 2017
– Completar a coleção de livros do Asimov e Clarke;
– Conseguir o tão falado Zelda Ocarina of Time (N64);
– Ler mais livros brasileiros (Sci-Fi ou Históricos);
– Ficar em primeiro lugar em algum desafio do Entre Contos (4º item porque é mais difícil).

Bem, acho que isso resume de forma satisfatória meu 2016. É claro que muitas metas (e outras coisas) ficaram de fora, mas são itens bem mais pessoais.

Anúncios

Agradeço o comentário!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s