Epifania

Sou um viajante do tempo.

Não do tipo comum, a SABER. Alterar coisas por aí costuma gerar inconsistências históricas e até paradoxos irreversíveis, levando à única conclusão inevitável, O FIM… Não. Me considero apenas um observador, afinal, já presenciei o nascimento do universo e seu declínio, a ascensão e a queda dos superaglomerados e a chegada da não-existência. Só NÃO fui mais longe devido à força desconhecida que me impede de atravessar o horizonte de eventos. Devo encontrá-la em breve. Isso não SIGNIFICA que não possa desfrutar a viagem. Contudo, prefiro voltar minha atenção ao mero cotidiano. São os pequenos gestos que geram grandes consequências – escrever este relato, NECESSARIAMENTE estranho, por exemplo.

Infelizmente, se você está lendo este pequeno desabafo, significa que acabei de interferir em seu contínuo espaço-tempo por um breve período. Um minuto? Trinta segundos? Não importa. Só preciso que guarde essa informação, antes que ela me apague de sua realidade. Sou um fugitivo. Ironicamente, preciso deixar de VIVER. Prometi não interferir, mas você tem o direito à escolha. A chave para a resposta do grande enigma universal se encontra escondida nestes parágrafos jogados ao vento.

Ela está vindo. Preciso ir…

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